Dr. Rodrigo Aragão Otorrinolaringologia

CRM-RJ 52123693-3 · RQE 46930

Respirar bem
muda o seu dia.

Otorrinolaringologia com foco em rinologia e cirurgia endoscópica nasal. Fellow em Rinologia e Staff do serviço de otorrinolaringologia da UERJ, atendendo no Rio de Janeiro.

  • 2018Formação médica
    Souza Marques
  • UERJResidência
    e Staff
  • 2024Fellow em
    Rinologia
Cirurgia endoscópica nasal Rinologia Distúrbios do sono Sinusite crônica Desvio de septo Cirurgia endoscópica nasal Rinologia Distúrbios do sono Sinusite crônica Desvio de septo

Sobre mim

Uma trajetória construída dentro do hospital-escola.

Retrato do Dr. Rodrigo Aragão
Dr. Rodrigo AragãoOtorrinolaringologista · Rinologia

Comecei minha carreira na saúde logo após o colégio, ingressando em psicologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em pouco tempo percebi que meu caminho era outro. Já durante a formação médica me interessei pela otorrinolaringologia. Mesmo com pouca exposição à área, a afinidade foi instantânea, e logo eu estava indo além do que o curso exigia.

Após a conclusão em 2018 pela Faculdade de Medicina Souza Marques, fui aprovado para diversas residências, optando pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Lá tive acesso a grandes professores, especialistas nas distintas áreas da otorrinolaringologia, assim como a equipamentos de primeira geração.

Durante a formação cresceu um interesse especial na rinologia e na cirurgia endoscópica, seguindo meus estudos com o Fellow em Rinologia, concluído em 2024. Ainda nesse ano passei como primeiro colocado para a UERJ, desta vez como Staff do serviço de otorrinolaringologia.

Desde 2023 atuo em conjunto com a minha equipe em hospitais, com ênfase em cirurgias endonasais e cirurgias de distúrbios do sono, abrangendo uma série de condições, além do atendimento em consultórios particulares e planos seletos.

Serviços

Consulta completa, do diagnóstico ao acompanhamento.

Como funciona

Da primeira mensagem até a alta.

Nenhum passo é pulado e nenhuma decisão é tomada com pressa. Você entende o que está acontecendo antes de decidir qualquer coisa.

  1. 01

    Agendamento

    Você manda uma mensagem contando o que está sentindo e a secretaria retorna com os horários disponíveis, no consultório ou em atendimento domiciliar.

  2. 02

    Consulta e exame

    Conversamos sobre as suas queixas e o seu histórico, e faço o exame otorrinolaringológico. Quando necessário, a endoscopia nasal e a videolaringoscopia são realizadas ali mesmo, no consultório.

  3. 03

    Conduta individualizada

    Com o quadro em mãos, montamos o plano. Muitos casos respondem bem ao tratamento clínico. Quando a cirurgia é a melhor opção, explico o procedimento inteiro antes de você decidir.

  4. 04

    Acompanhamento

    O cuidado continua depois da consulta ou do procedimento, com os retornos necessários até que o quadro esteja resolvido.

Cirurgias realizadas

O que a cirurgia resolve, explicado sem pressa.

Abaixo, os procedimentos que realizo com mais frequência. Toque em cada um para entender como é feito, o que esperar e por que ele é indicado.

A primeira pergunta que muitos fazem em relação à septoplastia é como a cirurgia é feita, ou se ela deixa alguma alteração estética. A resposta é simples: na grande maioria dos casos, não.

Hoje realizamos a septoplastia endoscópica. O procedimento é feito com o auxílio de câmeras e inteiramente dentro do nariz, com a retirada da área desviada. Durante o procedimento são utilizados poucos fios, e geralmente não é necessário mais do que 2 ou 3 pontos.

Sempre utilizamos um curativo nasal feito de silicone, o chamado splint nasal, a fim de evitar hematomas. Ele é mantido durante uma semana.

O tratamento da sinusite crônica e da rinossinusite aguda de repetição varia conforme o padrão da doença e o perfil do paciente, sendo individualizado de acordo com os parâmetros clínicos, as queixas e os exames de imagem apresentados.

A cirurgia, assim como a de desvio de septo, é realizada inteiramente de forma endonasal e não necessita de incisões externas na grande maioria dos casos. O procedimento consiste na abertura dos seios paranasais afetados, conforme o tipo de sinusite apresentado e o padrão alérgico ou não alérgico do paciente.

A cirurgia de retirada das amígdalas é um procedimento realizado por via transoral, ou seja, não deixa cicatrizes externas.

Apesar de muitas pessoas acreditarem que esse tipo de procedimento não é mais realizado, sua indicação está muito bem fundamentada na literatura para uma gama de condições. Entre as mais comuns estão a formação de caseum, os distúrbios do sono, em especial ronco e respiração oral em crianças, e o histórico de amigdalites de repetição e abscessos.

O pico de crescimento das adenoides, conhecidas popularmente como “carne no nariz”, se dá entre os 3 e os 5 anos, enquanto o das amígdalas vai até por volta dos 7 anos. Nesse período, muitas crianças apresentam distúrbios do sono que implicam alterações craniofaciais, de deglutição e de fala, além de otites médias de repetição.

A cirurgia de colocação de tubo de ventilação é um procedimento relativamente simples. Consiste na realização de uma timpanotomia, que é a incisão da membrana timpânica, e no posicionamento de um tubo de ventilação, um pequeno dispositivo que permite a aeração adequada entre a orelha média e a orelha externa.

Esse pequeno aparato, depois de algum tempo, é extruído naturalmente na grande maioria dos casos.

A indicação das cirurgias do sono está pautada na confirmação de episódios de apneia por exame de polissonografia. Primeiramente, devemos separar o ronco primário da apneia: o objetivo principal do tratamento é reduzir os episódios de apneia e, muitas vezes, há redução do ronco como consequência.

A indicação é individualizada conforme o perfil do paciente, o grau de apneia e as alterações anatômicas apresentadas. Diversas técnicas podem ser empregadas conforme a necessidade, da uvulopalatoplastia à faringoplastia expansora, até a realização da sutura barbada.

Uvulopalatoplastia: consiste no procedimento de retirada das amígdalas palatinas associado à remodelação do palato mole.

Dúvidas frequentes

As perguntas que mais ouço no consultório.

Se a sua dúvida não estiver aqui, mande uma mensagem. Respondo antes mesmo de você marcar a consulta.

A septoplastia muda o formato do meu nariz?

Na grande maioria dos casos, não. A septoplastia endoscópica é feita inteiramente dentro do nariz, com o auxílio de câmeras, e trata apenas a área desviada do septo. Ela não tem finalidade estética e não altera o contorno externo.

Vou ficar com tampão no nariz depois da cirurgia?

Usamos um curativo nasal de silicone, o splint nasal, que serve para evitar hematomas. Ele fica no lugar por cerca de uma semana. Não é o tampão de gaze antigo, que muita gente ainda associa à cirurgia de nariz.

A cirurgia de sinusite deixa cortes no rosto?

Não. Assim como a septoplastia, ela é realizada por via endonasal e não precisa de incisões externas na grande maioria dos casos. O que fazemos é abrir os seios paranasais afetados, conforme o tipo de sinusite e o padrão alérgico ou não alérgico de cada paciente.

Ronco e apneia são a mesma coisa?

Não. O ronco primário e a apneia do sono são quadros diferentes, e a distinção entre eles é feita pela polissonografia. O objetivo principal do tratamento é reduzir os episódios de apneia; a redução do ronco costuma vir como consequência.

Meu filho ronca e respira pela boca. Devo me preocupar?

Vale investigar. O crescimento das adenoides tem pico entre os 3 e os 5 anos, e o das amígdalas vai até por volta dos 7. Nesse período, distúrbios do sono podem trazer repercussões no crescimento craniofacial, na deglutição, na fala e em otites de repetição. Quanto mais cedo a avaliação, mais simples costuma ser a conduta.

Ainda se opera amígdala hoje em dia?

Sim. É comum ouvir que esse procedimento não é mais feito, mas a indicação segue muito bem fundamentada na literatura para uma série de condições: formação de caseum, distúrbios do sono, respiração oral em crianças, amigdalites de repetição e abscessos.

O tubinho de ventilação precisa ser retirado depois?

Na grande maioria dos casos, não. Depois de algum tempo, o tubo é extruído naturalmente, sem necessidade de um novo procedimento.

Como eu sei se o meu caso é cirúrgico?

Só a avaliação define isso. A indicação é individualizada e leva em conta as suas queixas, o exame clínico, a endoscopia nasal e os exames de imagem. Muitos quadros têm boa resposta ao tratamento clínico, e a cirurgia entra quando ela é de fato a melhor opção para o seu caso.

Contato

Vamos conversar sobre a sua respiração.

Atendimento em consultório particular e planos selecionados, além de atendimento domiciliar. Envie uma mensagem e a secretaria retorna com os horários disponíveis.

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